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Assistência
técnica
Os cuidados no envio de seu aparelho ao conserto
começam no ato da compra, exigindo a nota fiscal.
Só assim você conseguirá validar a garantia. Se
o equipamento estiver dentro deste prazo, procure
uma oficina autorizada. Caso contrário, pode-se
optar por qualquer prestadora de serviço, mas faça
uma boa pesquisa ou peça informações a conhecidos
para se certificar de que a empresa trabalha com
peças originais e mão-de-obra especializada. Aliás,
estas obrigações estão previstas no Código de Defesa
do Consumidor. "Hoje em dia, os produtos agregam
muita tecnologia e exigem das reparadoras entendimento
do assunto", explica Marli Padovani, presidenta
da Garantech. Na dúvida, entre em contato com a
Fundação Procon de sua cidade para saber se o local
escolhido está no cadastro de reclamações.
O orçamento é um aliado para definir o melhor preço
e condição de pagamento. Geralmente é feito de graça,
mas há quem cobre pela tarefa, o que não é proibido
por lei. Portanto, informe-se antes de solicitá-lo.
Segundo o Procon, nele devem constar preço, forma
de pagamento, tempo de execução, tipo de material
a ser empregado, datas de início e término do serviço,
valor da mão-de-obra e informar se o fornecedor
irá retirar e entregar o produto na residência ou
não. Saiba que este documento vale por dez dias,
a não ser que seja estipulado o contrário.
Ao entregar o seu aparelho, peça um comprovante
por escrito com dados que possibilitem a sua identificação,
como cor, modelo, marca, número de série, etc.,
além das condições em que ele se encontra. Quando
o reparo estiver pronto, teste o funcionamento e
não se esqueça de pedir um recibo ou nota fiscal,
pois o trabalho executado tem garantia legal de
três meses. Se o problema não for sanado, aí sim,
você tem todo o direito de solicitar um novo conserto
sem custos adicionais. 98% dos equipamentos vêm
com apenas um ano de garantia de fábrica. 65% dos
produtos começam a apresentar problemas após o primeiro
ano de uso. 70% dos defeitos que aparecem depois
do término da garantia são levados a oficinas não
autorizadas.
Fonte: Revista Casa & Jardim (ed.552
jan/2001) Texto: Simone Quintas
Consultoria: Fundação Procon-SP.
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